Prisma.
O quarto, aqui, se transforma Através de sonhos que escorregam Abaixo da janela - e ali, eles, que se ergam E adquiram uma forma… Através de um prisma atónito O quarto imbui-se de sensações, E eu, homem até agora de ilusões, Não sei já o que tenho escrito… Será? Será mesmo que aqui existo? De onde vim, para onde vou, tudo isto? (Eu não sei…) Será que é natural sofrer disto Se, talvez, nem por outra gente sou visto? (Eu não sei…) Álvaro Machado – 11:16 – 03-08-2013