esperança
sala escura, caras estranhas. os mesmos efeitos, as mesmas dores. as tão conhecidas façanhas os altos e nobres falsificadores. o mesmo objectivo de livre-arbítrio: não querer estar aqui, querer só estar bem; querer estar longe e noutro sítio, estar sozinho e sem ninguém. nem sempre querer-mos escolher é estar do lado certo. o caminho tem de estar pronto a nos receber, tem de estar de coração aberto. e a sala escura já se ilumina. é novo dia a dar-nos a mão. rasga-se no céu um clarão - a certeza que deus nos concebe o perdão. Álvaro Machado – 22:38 – 30-06-2013