memória e raiz
banalmente, no acaso do sistema solar, sei de mim e sei o que sou... sou um triste que pela noite de luar dos universos dispersou... sou uma dor sem cura que na sombra se inquietou à espera de uma brisa que na alma soasse a paz, a plenitude..., mas deus sempre negou que minha alma assim sonhasse… e assim me vou - ouvindo esta ópera distante, vivenciando estes leves passos pessoanos até ao esquecimento arrepiante que nos vem com o passar dos anos… adeus: mas leve e seguro. é assim que me vou. Álvaro Machado - 00:23 - 25-05-2015